Convite de festa
Resumo
De uma festa já vendida na sua agenda, você gera um convite e manda o link para a família. A partir daí é ela quem trabalha: escreve o texto, escolhe as fotos, monta a lista de convidados e acompanha quem confirmou.
Ninguém precisa criar conta — nem a família, nem os convidados. São páginas na internet, abertas por um link.
A festa vive no SafePlay. Sem a conexão, não há de onde partir. Ver Conectar o SafePlay.
Onde fica
Festas & eventos, na agenda. No cartão de cada festa já vendida aparece o botão Convite.
Em orçamento o botão não aparece, e é de propósito: a data ainda pode acabar sendo de outra família, e convite mandado não se desfaz — os convidados já receberam.
Os dois links, e por que eles não são a mesma coisa
Ao gerar o convite, a tela mostra dois links. Eles têm destinatários diferentes:
| Link | Para quem | O que abre |
|---|---|---|
| Para o dono da festa | Só a família | O painel: escrever o convite, pôr fotos, montar a lista e ver quem confirmou |
| O convite em si | Qualquer convidado | A página do convite, com o botão de confirmar presença |
O link do painel mostra o nome e o e-mail de cada convidado. Mandá-lo no grupo do WhatsApp entrega a lista da festa para todo mundo.
Mande o link do painel numa conversa direta com a família, e só.
O que a família faz no painel
Ela abre o link no celular e encontra tudo numa página só.
O convite já nasce escrito. Data, horário e espaço vêm da festa que você vendeu; o texto vem do ramo da sua casa. Ela troca o que quiser e acrescenta o nome do aniversariante — esse a gente deixa em branco de propósito, porque quem reservou foi o pai e a festa é da filha.
As fotos entram ali mesmo, até seis. A primeira vira a prévia que aparece quando ela cola o link no WhatsApp.
A lista de convidados é digitada de uma vez, um nome por linha, com o e-mail depois da vírgula quando houver:
Maria Silva, maria@exemplo.com
Tio Pedro
Família Souza, souza@exemplo.com
Cada convidado ganha um link próprio, com o nome dele já preenchido. É isso que faz o painel saber quem abriu e quem respondeu.
Para mandar, ela tem três caminhos:
- Copiar link — cola na conversa do WhatsApp dela;
- Por e-mail — abre o programa de e-mail dela, com tudo preenchido. O convite sai da caixa dela, não de um remetente nosso;
- Convidar por e-mail quem falta — um e-mail só, com todos em cópia oculta. É mais rápido, e a página avisa o que se perde: todos recebem o mesmo link, então o painel deixa de saber quem abriu.
Há também um link do grupo, sem destinatário, para jogar de uma vez numa conversa. Quem abre por ali digita o próprio nome ao confirmar.
O que o convidado vê
Uma página com o convite e duas respostas: vou ou não vou poder. Acabou — está respondido.
Depois de confirmar, e só depois, aparece uma oferta separada: informar o CPF para entrar sem fila no dia, com o cadastro já pronto na portaria.
Confirmar presença nunca pede documento. O CPF é um segundo passo, com um botão Não, obrigado do lado.
Quem não informar se cadastra na entrada, como qualquer convidado — o totem do SafePlay faz isso no local.
A página explica ao convidado para que serve o CPF, que ele vai para o sistema que confere a entrada, que não usamos para propaganda, e por quanto tempo os dados dele ficam.
Quem informa o CPF já entra cadastrado no SafePlay. No dia da festa, a portaria encontra a pessoa direto.
O painel da família
No alto, os números: vêm, não vêm, sem resposta, abriram, convidados.
Embaixo, a lista, com o estado de cada um — não abriu, viu e não respondeu, vem, não vem — e a data em que foi convidado e em que respondeu. É por aí que ela sabe para quem reenviar.
O painel não mostra o CPF de ninguém. Ele não é guardado (veja abaixo). Quando alguém adiantou o cadastro, a linha diz só entrada liberada.
O prazo
Cinco dias depois da festa, os dois links param de funcionar e os dados dos convidados são apagados — nomes, e-mails e as fotos do convite.
Isso não é limpeza de sistema: é o prazo que a página promete ao convidado, que não é cliente seu nem nosso e entregou o nome dele confiando nisso.
Os números ficam. "Convidamos 47, confirmaram 31" continua na sua tela depois do prazo, porque contagem não aponta para pessoa nenhuma — e é o número que diz se o convite funcionou, para você comparar com a festa seguinte.
Ele nunca esteve aqui. O CPF atravessa o pedido, vai para o SafePlay — que é quem confere a entrada — e termina ali. O SafeMarketing não guarda cópia.
O que fica é só a marca de que o cadastro deu certo.
Perguntas rápidas
A família precisa criar conta? Não. Nem ela, nem os convidados. É um link.
Perdi o link do painel. Abra a festa em Festas & eventos e clique em Convite de novo: os mesmos dois links aparecem. Gerar duas vezes não cria dois convites.
A festa mudou de data. O prazo acompanha. Abra o convite de novo e ele recalcula a partir da data nova.
Dá para tirar alguém da lista? Sim, no painel. O link daquela pessoa para de funcionar na hora.
O convite aparece no Google? Não. A página pede aos buscadores para não indexá-la — a festa de um particular, com data e endereço, não tem por que ser pesquisável.
De quem é a marca no convite? Da sua casa. O convidado vê o logotipo e o nome da sua unidade; a SafeMarketing não aparece em lugar nenhum dessas páginas.